
Hércules, famoso herói da mitologia grega, era filho de Zeus, o Senhor dos deuses, com Alcmena, uma linda e jovem mortal. Teve que enfrentar durante toda a vida, adversários enviados por Hera, a enciumada rainha dos deuses, e blá, blá, blá...
Todos conhecem ao menos o básico sobre a história de Hércules, mas hoje falaremos sobre as representações do herói musculoso (às vezes não tão musculoso assim) nas telinhas.
Para isso separei três das mais famosas e polêmicas adaptações, começando pelo ano de 1983...
Hércules – O Filme (1983)
Junte uma distorção da história de Hércules, a uma atuação com toda a dramaticidade e sentimento que Lou Ferrigno (sim, o cara pintado de verde que fazia o seriado do Hulk) consegue transmitir, e um diretor fascinado pelo recém descoberto “efeito de raio laser” (muito cultuado nos anos 80), e você terá Hércules – O Filme.
O roteirista imaginou que a história do herói grego estava um pouco ultrapassada, e resolveu dar uma recauchutada, substituindo os mitológicos inimigos de Hércules por robôs gigantes ( ¬¬ ).
Os deuses parecem ter saído de um brechó futurista e (por mais sem sentido que isso possa parecer), o grande inimigo de Hércules no filme é a ciência (???).
Clássico absoluto!!!
As Aventuras de Hércules (1985)
"As Aventuras de Hércules" é um filme italo-americano (precisavam juntar dois países pra fazer essa merda?) de 1985, estrelado por Lou Ferrigno (sim, ele de novo). É uma sequencia para o filme Hércules, de 1983, também com Lou Ferrigno.
Zeus invoca a ajuda de Hércules para recuperar seus 7 raios poderosos (roubaram o velho na cara dura), que foram roubados pelos 4 deuses renegados - Hera, Afrodite, Flora e Poseidon - e foram escondidos em poderosos monstros (tão poderosos que a maioria é derrotado com apenas um soco de Hércules). Os 7 raios, no caso, mantém o equílibrio entre a Terra e a Lua (???). Hércules é auxiliado por Urania, uma oráculo e outra guerreira. Os 4 deuses ressuscitam Minos (um rei cientista que, por alguma razão que desconheço, é mais poderoso que todos os deuses do filme) a fim de que enfrente Hércules, mas o rei se rebela. Hércules terá que usar toda a sua habilidade e força nesta árdua missão.
A atuação de Lou Ferrigno resume-se a músculos relaxados... músculos enrijecidos.
Os deuses estão cada vez mais mal vestidos.
Novamente a ciência é o maior inimigo de Hércules e do planeta, pois a ciência é o caos!!! (???)
Destaque para os combates de Hércules contra o macaco da “porta dos desesperados” (sim, aquele do Sérgio Mallandro), e contra o monstro de raio laser (que ainda estava em alta e era “cool” ^^ ).
Consegue ser mais cascata que o primeiro! Um épico!!!
Hércules (Disney, 1997)
Dessa vez resolveram transformar o herói em desenho animado.
Mas ao contrário das versões anteriores com o másculo e vigoroso Lou Ferrigno ( ¬¬ ), dessa vez Hércules é um jovem magrelo que precisa da orientação de um sátiro baixinho e gordinho (hehehe) para tornar-se um herói e recuperar sua divindade (sim, ele tinha perdido).
Mas nem tudo são desvantagens nessa nova e emocionante versão. O jovem Hércules conta com algo que deixaria o Lou Ferrigno verde (pegaram essa? Verde... Hulk... sacaram?) de inveja: o novo herói tem um Pégaso de estimação! Imagine os músculos do Lou Ferrigno aliados a tamanho poder!!??
No final, o jovem Hércules vence seus adversários, torna-se um grande herói, e salva Zeus da fúria dos Titãs elementais que invadem o Olympo (ao menos dessa vez o inimigo não é a ciência ¬¬ ).
Como todo bom filme da Disney desde “Fantasia”, as melhores cenas são interrompidas por musicais cheios de efeitos que só servem para causar ataques epilépticos em crianças que ainda não sabem serem portadoras da doença.
Algumas curiosidades:
Ricky Martin fez a voz de Hércules na versão em língua espanhola do filme. ( ^^ )
Na cena em que Hércules veste uma pele de leão, esta pele pertence a Scar, o vilão de “O Rei Leão”.
O traço foi feito por Gerald Scarfe, inglês mais conhecido pelas animações de Pink Floyd The Wall.
O filme faturou 100 milhões de dólares somente nos Estados Unidos e 252 milhões de dólares pelo mundo e deu origem a uma série de TV. (OO)
Em breve estarei analisando o seriado televisivo “Hercules: The Legendary Journeys”, com Kevin Sorbo, que merece um post próprio, já que só de pensar na canastrice de personagens como Yolaus, minha mente fervilha...
Assim falou o Cigano, devoto de Hera e morrendo de medo da ciência...
Todos conhecem ao menos o básico sobre a história de Hércules, mas hoje falaremos sobre as representações do herói musculoso (às vezes não tão musculoso assim) nas telinhas.
Para isso separei três das mais famosas e polêmicas adaptações, começando pelo ano de 1983...
Hércules – O Filme (1983)
Junte uma distorção da história de Hércules, a uma atuação com toda a dramaticidade e sentimento que Lou Ferrigno (sim, o cara pintado de verde que fazia o seriado do Hulk) consegue transmitir, e um diretor fascinado pelo recém descoberto “efeito de raio laser” (muito cultuado nos anos 80), e você terá Hércules – O Filme.
O roteirista imaginou que a história do herói grego estava um pouco ultrapassada, e resolveu dar uma recauchutada, substituindo os mitológicos inimigos de Hércules por robôs gigantes ( ¬¬ ).
Os deuses parecem ter saído de um brechó futurista e (por mais sem sentido que isso possa parecer), o grande inimigo de Hércules no filme é a ciência (???).
Clássico absoluto!!!
As Aventuras de Hércules (1985)
"As Aventuras de Hércules" é um filme italo-americano (precisavam juntar dois países pra fazer essa merda?) de 1985, estrelado por Lou Ferrigno (sim, ele de novo). É uma sequencia para o filme Hércules, de 1983, também com Lou Ferrigno.
Zeus invoca a ajuda de Hércules para recuperar seus 7 raios poderosos (roubaram o velho na cara dura), que foram roubados pelos 4 deuses renegados - Hera, Afrodite, Flora e Poseidon - e foram escondidos em poderosos monstros (tão poderosos que a maioria é derrotado com apenas um soco de Hércules). Os 7 raios, no caso, mantém o equílibrio entre a Terra e a Lua (???). Hércules é auxiliado por Urania, uma oráculo e outra guerreira. Os 4 deuses ressuscitam Minos (um rei cientista que, por alguma razão que desconheço, é mais poderoso que todos os deuses do filme) a fim de que enfrente Hércules, mas o rei se rebela. Hércules terá que usar toda a sua habilidade e força nesta árdua missão.
A atuação de Lou Ferrigno resume-se a músculos relaxados... músculos enrijecidos.
Os deuses estão cada vez mais mal vestidos.
Novamente a ciência é o maior inimigo de Hércules e do planeta, pois a ciência é o caos!!! (???)
Destaque para os combates de Hércules contra o macaco da “porta dos desesperados” (sim, aquele do Sérgio Mallandro), e contra o monstro de raio laser (que ainda estava em alta e era “cool” ^^ ).
Consegue ser mais cascata que o primeiro! Um épico!!!
Hércules (Disney, 1997)
Dessa vez resolveram transformar o herói em desenho animado.
Mas ao contrário das versões anteriores com o másculo e vigoroso Lou Ferrigno ( ¬¬ ), dessa vez Hércules é um jovem magrelo que precisa da orientação de um sátiro baixinho e gordinho (hehehe) para tornar-se um herói e recuperar sua divindade (sim, ele tinha perdido).
Mas nem tudo são desvantagens nessa nova e emocionante versão. O jovem Hércules conta com algo que deixaria o Lou Ferrigno verde (pegaram essa? Verde... Hulk... sacaram?) de inveja: o novo herói tem um Pégaso de estimação! Imagine os músculos do Lou Ferrigno aliados a tamanho poder!!??
No final, o jovem Hércules vence seus adversários, torna-se um grande herói, e salva Zeus da fúria dos Titãs elementais que invadem o Olympo (ao menos dessa vez o inimigo não é a ciência ¬¬ ).
Como todo bom filme da Disney desde “Fantasia”, as melhores cenas são interrompidas por musicais cheios de efeitos que só servem para causar ataques epilépticos em crianças que ainda não sabem serem portadoras da doença.
Algumas curiosidades:
Ricky Martin fez a voz de Hércules na versão em língua espanhola do filme. ( ^^ )
Na cena em que Hércules veste uma pele de leão, esta pele pertence a Scar, o vilão de “O Rei Leão”.
O traço foi feito por Gerald Scarfe, inglês mais conhecido pelas animações de Pink Floyd The Wall.
O filme faturou 100 milhões de dólares somente nos Estados Unidos e 252 milhões de dólares pelo mundo e deu origem a uma série de TV. (OO)
Em breve estarei analisando o seriado televisivo “Hercules: The Legendary Journeys”, com Kevin Sorbo, que merece um post próprio, já que só de pensar na canastrice de personagens como Yolaus, minha mente fervilha...
Assim falou o Cigano, devoto de Hera e morrendo de medo da ciência...
Um comentário:
fogo podiam meter ox deuses e ax suax funçoes merda
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